CARTAZ_MOSTRA_ANTROPOLOGIA_CINEMA_PT

General Programme

Sept. 6Sept. 7Sept. 8Sept. 9
11h - 13h
Aud. Uni. Évora
2nd Session6th Session10th Session
14h30 - 16h30
Aud. Uni. Évora
3rd Session7th Session11th Session
17h - 19h
Auditório Centro de Arte e Cultura da FEA*
4th Session8th Session12th Session
21h30 - 23h30
Jardim da FEA*
1st Session5th Session9th Session

 9 SETEMBRO – 14h30

Auditório Universidade de Évora

11th Session: Harmonies

Kalopérasi: Good Times Between The Bad Times
Grécia & Holanda | Greece & The Netherlands, 2019, 21 min,
ALEXANDRA WRBKA
Falado em inglês e grego, legendas em inglês
Spoken in english and greek, english subtitles

“Kalopérasi” capta os encontros da cineasta com jovens gregos envolvidos na música rebetiko que ela segue por todo o país. O filme sugere que as condições sócio-económicas incertas do contexto grego constituíram um trampolim para o renascimento do rebetiko entre os jovens, alimentado por uma indignação face à incapacidade do Estado em garantir as necessidades materiais e sociais básicas dos jovens. Em vez de dar respostas claras e fazer avaliações rigorosas, o filme abre o discurso tanto sobre a precariedade, como sobre a agência sócio-política da juventude através do reavivamento desta velha arte. Acima de tudo, “Kalopérasi” mostra como a tocar e apreciar a rebetiko reúne e dá poder a estes jovens quando aparentemente pouco mais funciona a seu favor.
“Kalopérasi” captures the filmmaker’s encounters with young Greeks engaged in rebetiko music who she follows around the country. The film suggests that the uncertain socio-economic conditions of the Greek context provided a springboard for the revival of rebetiko among youth, fueled by an indignation towards the state’s failure to guarantee basic material and social needs of young people. Instead of giving clear-cut answers and making stringent assessments, the film opens up discourse both on the precariat, as well as on socio-political agency of youth through reviving this old art. Above all, “Kalopérasi” shows how the making and enjoyment of rebetiko brings together and empowers these young people when seemingly little else works in their favour.

Afro-Sampas
Brasil | Brazil, 2020, 43 min,
ROSE SATIKO GITIRANA HIKIJI & JASPER CHALCRAFT
Falado em português, legendas em inglês
Spoken in portuguese, english subtitles

A presença africana na música brasileira se manifesta de formas diversas. Se em 1966, Baden Powell “carioquizava” o candomblé com os Afro-sambas que compôs com Vinícius de Moraes, meio século depois vivemos um momento inédito com a chegada de músicos de diferentes países africanos à metrópole paulistana. No filme “Afro-Sampas” observamos o que pode acontecer quando músicos dos dois lados do Atlântico são colocados em contato na cidade onde vivem. Yannick Delass (República Democrática do Congo), Edoh Fiho (Togo), Lenna Bahule (Moçambique) e os brasileiros Ari Colares, Chico Saraiva e Meno del Picchia aceitam nosso convite para um primeiro encontro no qual experimentam sonoridades, memórias e criatividades.
The African presence in Brazilian music manifests itself in different ways. If in 1966, Baden Powell “Rio-fied” candomblé with the Afro-sambas he composed with Vinícius de Moraes, half a century later we experienced an unprecedented moment with the arrival of musicians from different African countries in the metropolis of São Paulo. In the film “Afro-Sampas” we see what can happen when musicians from both sides of the Atlantic are brought into contact in the city where they live. Yannick Delass (Democratic Republic of Congo), Edoh Fiho (Togo), Lenna Bahule (Mozambique), and the Brazilians Ari Colares, Chico Saraiva and Meno del Picchia accept our invitation to a first meeting in which they share sounds, memories and creativity.

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