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VIII Congresso da Associação Portuguesa de Antropologia

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P044

Antropologia e arte: novas formas de relação.
Anthropology and art: new types of relationship.

Coordenador / Coordinator:
Sónia VESPEIRA DE ALMEIDA
CRIA NOVA FCSH
sonia.almeida@fcsh.unl.pt

Co-coordenador / Co-coordinator
(se aplicável, não obrigatório / if applicable, not mandatory):
Constança AROUCA
CRIA NOVA FCSH
consta54@gmail.com

Debatedor / Discussant
(se aplicável, não obrigatório / if applicable, not mandatory):

Língua principal / Main language: Português / Portuguese (PT)

Língua complementar / Complementary language: Inglês / English (EN)

Língua de trabalho preferencial (não exclusiva) /
Prefered working language (not exclusive):
Português / Portuguese (PT)

Detalhes do painel na língua principal /
Panel details in main language
Título / Title
Antropologia e arte: novas formas de relação.

Resumo curto / Short abstract
Este painel procura interrogar o que pode ser a antropologia da arte hoje. Partindo da proposta de Strathern (2010) de que a antropologia da arte constitui um “campo aberto”, ou uma “possibilidade teórica”, pretendemos reunir contributos ancorados em investigações em curso que permitam debater a configuração atual do campo.

Resumo longo / Long abstract
Nos anos 20 do século XX, Franz Boas publica o livro Primitive Art (1927), considerado um contributo fundador da antropologia da arte. Hoje, nos anos 20 do século XXI, pretendemos interrogar o que pode ser a antropologia da arte, tomando como mote a afirmação de Marilyn Strathern (2010): “A antropologia da arte é uma possibilidade teórica, na qual podemos mergulhar e tirar coisas novas, para então, decidir o que fazer com elas” (2010:10).
O questionamento da arte deu-se em paralelo com a crise da representação na antropologia. Gell propôs ‘desencantar a arte’ (1992), afastando-se do eurocentrismo das teorias do seu tempo (1996). Na viragem do século, as perguntas são transdisciplinares numa condição pós-autónoma da arte e da antropologia (García Canclini 2010; Sansi 2017) e tomam em consideração ‘instâncias de participação’ (Sansi, 2015) e questões de ‘localização’ ou ‘contexto’ (Flynn, 2018).
Pretendemos reunir comunicações, ancoradas em investigações em curso, que permitam discutir a configuração atual do campo da antropologia da arte, interrogando o cruzamento de fronteiras entre as disciplinas, entre metodologias artísticas e antropológicas, práticas de representação, problematizando “afinidades complexas” (Schneider e Wright 2006).

Detalhes do painel na língua complementar /
Panel details in complementary language

Título / Title
Anthropology and art: new types of relationship.

Resumo curto / Short abstract
This panel’s aims to question what anthropology of art could be today. Considering Strathern’s (2010) proposal that anthropology of art constitutes an “open field” or a “theoretical proposal”, we intend to gather contributions anchored on ongoing investigations that will allow us to debate the field’s current configuration.

Resumo longo / Long abstract
In the 20s Franz Boas published his book titled Primitive Art (1927), regarded as one of the founding contributes of anthropology of art. Today, in the 20s of the twenty-first century, we aim to question what are the possibilities for an anthropology of art, taking as motto Marilyn Strathern’s (2010) statement: “Anthropology of art is a theoretical proposal, in which we can dive and draw new things, and afterwards decide what to do we them” (2010:10).
The questioning of art was parallel to the representation crisis in anthropology. Gell proposed to “disenchant art” (1992), moving away from the eurocentric theories of his time (1996). In the turn the century, issues become transdisciplinar in a post-autonomous position of art and anthropology (García Canclini 2010; Sansi 2017) concerned with ‘grounds of participation’ (Sansi, 2015) ‘location’ and ‘context’ (Flynn, 2018).
In this panel we intend to bring together inputs anchored on ongoing investigations which will allow an in-depth debate about the field’s current configuration, questioning the border crossing between the two disciplines, among artistic and anthropologic methodologies and practices, raising questions about their “complex affinities” (Schneider e Wright 2006).

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